Alguns clientes não contratam um serviço da Royal. Eles entregam o carro.
O Thiago busca, leva onde precisa ser levado, acompanha o serviço, confere o resultado e devolve. O dono dirige e usa o carro; o resto sai da vida dele.
Porque isso consome a única coisa que não escala: tempo e presença. Cada carro acompanhado dessa forma ocupa horas que não podem ser divididas com outro cliente.
Não é escassez de marketing. É aritmética. A Royal mantém essa frente pequena de propósito, para que ela continue sendo o que promete.
Não há preço publicado, formulário nem lista de espera. Não é estratégia de venda: é que cada caso depende do veículo, da distância e da frequência — e um número aqui seria invenção.
Conte o caso: qual veículo, onde ele fica e o que você gostaria de tirar da sua rotina. O Thiago responde dizendo se consegue atender — e, quando não consegue, diz isso também.